terça-feira, 8 de maio de 2018

Google lança Android Things para eletrodomésticos



O Google anunciou nesta segunda-feira (7) a cisão de seu sistema operacional Android para eletrodomésticos e outras máquinas, após resultados mistos dos desdobramentos do Android para carros, smartwatches e televisores.

O "Android Things" chega no início a conferência anual do Google para desenvolvedores e pode levar o assistente virtual do Google Assistant a refrigeradores, robôs e designs familiares para caixas registradoras e máquinas de venda automática.
Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View (Califórnia).  (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View (Califórnia).  (Foto: Helton Simões Gomes/G1)
Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View (Califórnia). (Foto: Helton Simões Gomes/G1)
"O objetivo é permitir que eles sejam montados de forma mais rápida, barata e segura", disse Venkat Rapaka, diretor de gerenciamento de produtos do Google.
Os recursos do Android têm como objetivo dar aos usuários uma interface consistente em todos os dispositivos, enquanto o Google e seus parceiros de negócios se beneficiam de uma forma padronizada de distribuir seus aplicativos.

Retorno financeiro

Embora o Google não cobre fabricantes de hardware pelo Android, a empresa espera gerar um retorno, já que os consumidores usam novos gadgets para usar a pesquisa, assistir a vídeos no YouTube e comprar conteúdo de sua Play Store.
O sistema operacional Android alimenta muitos dos smartphones do mundo e direciona os consumidores para os aplicativos de cunho financeiro do Google.
Mas o Google tem lutado para ampliar o domínio do Android em outras áreas nos últimos quatro anos, disseram analistas de tecnologia e finanças.
O Android Automotive ainda não está profundamente integrado em nenhum carro. O fornecimento de smartwatches com Google's Wear OS foi superados em número de dispositivos pela rival Apple ano passado, segundo a empresa de pesquisa IDC.

Em cada categoria, o sistema Android, do Google, apresentou menos participação de mercado no ano passado do que as variantes do Android personalizadas pelo fabricante, menos proveitosas para o Google porque geralmente não são pré-carregadas ou compatíveis com seus aplicativos.

Fonte:G1

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