sábado, 21 de abril de 2018

Companhias aéreas apoiam criação de registro global de drones

Drone usado pelo Detran para fiscalizar motoristas no DF  (Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)
Drone usado pelo Detran para fiscalizar motoristas no DF (Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)

As companhias aéreas do mundo estão apoiando a criação de um registro mundial de drones liderado pela Organização das Nações Unidas, em meio ao crescimento de episódios em que essas máquinas voadoras quase colidiram com aviões.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) apoia esforços da agência de aviação da ONU para criar o registro. O cadastro poderia ajudar a acompanhar o número de incidentes envolvendo drones e aviões, disse Rob Eagles, diretor de gestão de infraestrutura de tráfego da Iata.
A Iata vai considerar colaborar com a Organização Internacional de Aviação Civil (Icao) para uso do registro de drones em trabalhos de análise de dados para melhorar a segurança de voos.
A Icao desenvolve o registro como parte de esforços mais amplos para criar regras de voo e acompanhar aeronaves não tripuladas.
"Uma das coisas importantes que gostaríamos de ver no registro é a compilação de dados que incluam incidentes e registros de acidentes", disse Eagles.
Companhias aéreas e operadores de aeroportos estão buscando o registro de drones, tecnologias de cercas geográficas e penas mais duras para operadores de drones que insistem em voar perto de aeroportos. Eles esperam que estes passos assegurem a segurança de voos conformes amadores e empresas como a Amazon passam a utilizar mais drones com propósitos comerciais e para recreação.
Na Inglaterra, o número de registros de incidentes envolvendo drones e aviões mais que triplicou entre 2015 e 2017, alcançado 92 episódios no ano passado, segundo o U.K. Airprox Board.
A Air New Zeland afirmou no mês passado que um voo de Tóquio com 278 pessoas ficou a apenas cinco metros de distância de um drone durante a descida para pouso.
No final do ano passado, um drone voando na região do aeroporto de Congonhas (SP) fez o terminal paralisar operações de pouso e decolagens por duas horas, levando a cancelamentos e desvios de voos.

Fonte:G1 e Reuters

Guilherme Winter fará Judas Iscariotes em “Jesus”, próxima novela da Record

Guilherme Winter como Moisés, em "Os Dez Mandamentos" (2015) (Imagem: Divulgação / Record)
Ausente do vídeo desde o término de “Os Dez Mandamentos” (2015), atualmente em reprise, Guilherme Winter voltará ao ar como “vilão”. Não no sentido mais amplo da palavra, como estava previsto para sua participação em “Topíssima”, novela de Cristianne Fridman, cancelada pela Record. Mas na pele de um traidor, Judas Iscariotes, em “Jesus”, próximo folhetim bíblico do canal. A informação é da jornalista Keila Jimenez.
Winter chegou à emissora em 2013, para participar da minissérie “José do Egito”. Esteve em “Pecado Mortal” (2013), de Carlos Lombardi, como o vilão Veludo. Em “Milagres de Jesus” (2014), atuou num episódio escrito por Paula Richard, autora de “Jesus”. Na Globo, participou de “Cobras & Lagartos” (2006), “Paraíso” (2009), “Ti Ti Ti” (2010) e na ‘Dança dos Famosos’, do “Domingão do Faustão”.
Na narrativa bíblica, Judas é um dos doze apóstolos de Jesus. É ele quem delata o Messias, em troca de trinta moedas de prata. Após a traição, Judas, em desespero, enforcou-se. No folhetim, como se sabe, Jesus Cristo caberá a Dudu Azevedo, que também já protagonizou uma trama inspirada no livro sagrado; no caso, “O Rico e Lázaro” (2017), outro trabalho de Paula Richard.
Com direção artística de Edgard Miranda, “Jesus” contará ainda com André Gonçalves, Aninha Lima, Bárbara Reis, Beth Goulart, Camila Rodrigues, César Cardadeiro, Cláudia Assunção, Cláudia Melo, Dani Moreno, Daniel Villas, Ernani Moraes, Eucir de Souza, Gil Coelho, Giuseppe Oristânio, Gustavo Rodrigues, Jessika Alves, Kika Kalache, Lara Lazzaretti, Letícia Medina, Marcella Muniz, Marcos Winter, Matheus Fagundes, Maurício Ribeiro, Mayana Moura, Michel Bercovitch, Paulo Figueiredo, Pierre Baitelli, Polliana Aleixo, Rafael Gevú, Rafael Sardão, Raphael Montagner, Rodrigo Andrade, Roney Villela, Rodrigo Andrade, Tadeu Aguiar, Talita Castro, Valentina Bulc, Vanessa Gerbelli e Vitor Novello.

Fonte:RD1

Facebook vai lançar recurso de publicidade política em eleição alemã

Logo do Facebook impresso em 3D. (Foto: Dado Ruvic/Reuters)
Logo do Facebook impresso em 3D. (Foto: Dado Ruvic/Reuters)
O Facebook informou nesta sexta-feira (20) que vai lançar uma ferramenta para tornar propaganda política mais transparente durante uma importante eleição regional na Alemanha.
A rede social, que enfrenta os efeitos do escândalo gerado pela consultoria política Cambridge Analytica, afirmou que somente vai permitir anunciantes autorizados a veicularem propaganda eleitoral e que estes anúncios deverão ser claramente identificados.
A empresa também está testando um recurso de visualização de anúncios que permite que os usuários façam busca para ver os anúncios que estejam sendo veiculados na página do anunciante no Facebook.


"Vamos lançar a primeira fase de nossos esforços de transparência, a ferramenta de visualização, este ano, a tempo para as eleições na Bavária", disse Joel Kaplan, vice-presidente de políticas públicas globais do Facebook, a legisladores alemães.

Fonte:Reuters E G1

Vitória Strada assume protagonista de “Espelho da Vida”; novata desbancou Paolla Oliveira

Vitória Strada em cena de "Tempo de Amar", encerrada em março (Imagem: Divulgação / Globo)
Caberá a Vitória Strada – a Maria Vitória de “Tempo de Amar” –, a protagonista de “Espelho da Vida”, próxima novela das 18h. A Globo optou pela jovem atriz em detrimento a Paolla Oliveira, também cotada para a vaga.
Com a escalação de Paolla, porém, a emissora repetiria o triângulo amoroso de “Além do Tempo”, com Alinne Moraes e Rafael Cardoso. ‘Espelho’ e ‘Além’ são da mesma autora, Elizabeth Jhin, e divagam sobre o mesmo tema, o espiritismo. A informação é do jornalista Daniel Castro.
Strada tornou-se conhecida graças ao filme “Real Beleza” (2015), no qual dividiu a cena com Adriana Esteves, Francisco Cuoco e Vladimir Brichta. Ano passado, recebeu indicações de “atriz revelação” por conta de seu trabalho em “Tempo de Amar”; a heroína Maria Vitória arrebatou a torcida do público, que ansiava pelo reencontro da jovem com sua filha e pelo acerto romântico com Vicente (Bruno Ferrari).
Agora, Vitória Strada se encarregará de Cristina, atriz em ascensão que aceita o convite para rodar um longa-metragem numa cidade de Minas Gerais. O filme retrata um crime não solucionado do passado, ocorrido no lugarejo. Inexplicavelmente, Cristina é transportada para a época do assassinato. Suas investigações no passado trarão repercussões no presente.
Com direção artística de Pedro Vasconcelos – estreando na função, após o bem-sucedido trabalho em “A Força do Querer” (2017) – “Espelho da Vida” contará também com Ana Lúcia Torre, Ângelo Antônio, Bete Coelho, Felipe Camargo, Flávia Garrafa, Guilherme Hamacek, Irene Ravache, João Vicente de Castro, Júlia Lemmertz, Reginaldo Faria e Vera Fischer.

Fonte:RD1

Pesquisa inédita mostra difusão de metade das notícias falsas no WhatsApp em grupos de família

WhatsApp, aplicativo de mensagens por celular, é visto como uma das redes mais propícias para a difusão de notícias falsas (Foto: Sam Azgor / Flickr)
WhatsApp, aplicativo de mensagens por celular, é visto como uma das redes mais propícias para a difusão de notícias falsas (Foto: Sam Azgor / Flickr)

Você tem um tio que fica mandando notícias falsas no grupo de família? Você não está só. Metade dos boatos que circularam no WhatsApp sobre a vereadora carioca assassinada no mês passado, Marielle Franco (PSOL), foi em grupos de família.

O dado é resultado de uma pesquisa inédita feita pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP (Universidade de São Paulo), com respostas de 2.520 pessoas a um questionário online elaborado pelo grupo.
Após limpar os dados e restringi-los aos boatos mais disseminados, segundo os resultados, os pesquisadores reuniram 1.145 respostas de pessoas que disseram ter recebido variações de textos dizendo que Marielle era ex-mulher do traficante Marcinho VP e que havia engravidado dele aos 16 anos, ou, em menor quantidade, uma foto que supostamente mostrava Marielle sentada no colo de Marcinho VP (não eram ela nem ele na imagem).
Os boatos sobre Marielle começaram a ser espalhados pelo WhatsApp na mesma noite em que ela foi assassinada. Nos dias seguintes, foram parar no Twitter e no Facebook.
O WhatsApp, aplicativo de mensagens por celular extremamente disseminado no Brasil, é visto como uma das redes mais propícias para a difusão de notícias falsas. Como é um aplicativo de mensagens privadas e não tem caráter público, é difícil rastrear as "fake news" espalhadas ali e avaliar seu alcance, o que preocupa pesquisadores, especialmente considerando como isso poderá ocorrer nas eleições brasileiras em 2018. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua de 2016, do IBGE, mostram que a atividade mais popular entre os brasileiros, ao usar a internet, é trocar mensagens por meio de aplicativos - 94,5% dos brasileiros responderam que usam a internet para fazer isso.
Segundo a pesquisa da USP, o boato dominante no caso de Marielle foram variações de um texto ligando a vereadora a Marcinho VP. Foi recebido por 916 pessoas que responderam ao questionário. Dessas pessoas, 51% responderam ter recebido o texto em grupos de família no WhatsApp; 32%, em grupos de amigos; 9% em grupos de colegas de trabalho e 9% em grupos ou mensagens diretas.

A imagem que mostraria Marielle no colo de Marcinho VP foi recebida por 229 pessoas que responderam ao questionário - 41% delas disseram ter recebido a foto em grupos de família.
Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP) e autor do estudo ao lado do pesquisador Márcio Ribeiro, ressalta que, apesar dos dados, não se sabe a distribuição dos tipos de grupos no WhatsApp pela população. "Pode ser apenas que existam mais grupos de família do que grupos de amigos ou de colegas de trabalho e os boatos tenham circulado igualmente em todos eles, mas, como há mais grupos de famílias, nosso estudo tenha apenas captado essa distribuição dos grupos", explica.
"Agora, caso, de fato, os boatos tenham circulado mais nos grupos de família do que nos outros grupos, temos um dado interessante. Pode ser que grupos de família sejam ambientes mais 'íntimos' que permitam compartilhar seguramente conteúdos mais especulativos sem que quem compartilhe seja alvo de julgamento."
Às 10h do dia seguinte ao assassinato de Marielle, a estudante Rayene Sampaio, de 22 anos, de Barra do Garças (MT), recebeu a notícia falsa, em texto, de um primo de 15 anos no grupo da família. Naquela noite, às 22:44, o estudante Gabriel dos Santos, de 20 anos, de Goiânia, recebia o boato de uma prima -"que deve ter uns 40 anos"- em um grupo de família que tem 17 pessoas."Teve gente no grupo que acreditou", diz ele.
A analista financeira Simone Oliveira, de 41 anos, define seu grupo de família como um que é "dividido ideologicamente". Ela conta ter recebido a suposta foto de Marielle às 19:46 do dia 16 - um dia após o assassinato da vereadora. Quem enviou a notícia falsa, diz ela, foi seu sogro, que tem 65 anos e que depois foi "corrigido" por ela. Mas notícias falsas são comuns no grupo, diz.

A pesquisa online feita pela USP perguntava qual boato foi recebido, dia e horário exatos, onde o boato foi recebido e dados do usuário, como gênero, idade, cidade e nível de estudo. O formulário foi divulgada nas páginas de Marielle Franco no Facebook e na página Quebrando o Tabu - a página, uma das maiores brasileiras no Facebook, tem 8,6 milhões de curtidas e publicações mais alinhadas com a esquerda. Os dados demográficos da pesquisa, portanto, podem acabar refletindo os da página, explicam os pesquisadores. A maioria das respostas vieram de mulheres com pouco mais de 20 anos.

Boato mais disseminado em texto

Outros boatos disseminados, mas que não chegaram a ter representatividade como os citados acima, foram um vídeo que mostrava supostos assaltantes de bermuda e chinelo, ligando-os ao tráfico, e uma sequência de arquivos de áudio relatando que o crime havia sido obra do Comando Vermelho.
Essa foi outra descoberta do estudo: a forma mais disseminada dos boatos foi também a mais simples, ou seja, em texto, e não vídeo, fotos ou áudios. "Embora as formas que traziam supostas evidências, como vídeos ou fotos, pudessem parecer mais 'persuasivas', foi a forma menos amparada em evidências a que teve maior alcance", diz Ortellado. "Isso está de acordo com os estudos sobre viés de confirmação, isto é, nossa pouca capacidade de receber criticamente informações que referendam ou confirmam nossas crenças. Menos importante do que dar evidências que amparam o boato é fazer com que ele esteja de acordo com as nossas crenças: no caso, o preconceito de que pessoas da favela tem vínculos com o tráfico."
As respostas da pesquisa mostram que os boatos tiveram início no dia 15, de forma mais tímida, e explodiram no dia 18, crescendo em quantidade até o dia 25. Entre os dias 15 e 17, o crescimento foi pequeno. "A difusão dos boatos no WhatsApp parece um tanto mais lento do que nas mídias sociais, já que ele precisa passar por grupos de tamanho muito limitado", sugere Ortellado. "Foram necessários três ou quatro dias para o boato estar amplamente difundido e, no primeiro dia, o alcance foi bem pequeno. É bem diferente da dinâmica que vemos no Facebook onde a difusão se dá por uma espécie de explosão inicial e está plenamente difundido em pouco mais de 48 horas."

O primeiro registro de notícia falsa distribuído no WhatsApp a que a BBC Brasil teve acesso foi em um grupo de colegas a que pertence o funcionário público Bruno Perez, que mora no Rio. Ele recebeu um boato às 23h27 da noite do assassinato de Marielle Franco. Ela foi assassinada por volta das 21h30 e as primeiras notícias sobre sua morte começaram a ser publicadas por volta das 22h10.
Perez recebeu o vídeo que mostrava supostos assaltantes de bermuda e chinelo, que depois circulou associando os rapazes que apareciam ali como ligados ao Comando Vermelho. O boato que recebeu foi apenas o vídeo, sem texto, e quem enviou disse que aquele seria o momento "do roubo".
Uma mulher que não quis ser identificada na reportagem conta como recebeu o boato pela primeira vez às 9h09 do dia seguinte ao assassinato. A notícia falsa foi divulgada em um grupo de informações das cidades de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Rio chamado "Niteroi-SG-Maricá-RJ News", onde há 38 participantes. A BBC Brasil tentou contato com algumas das pessoas no grupo que reproduziram os boatos, mas os integrantes do grupo não quiseram dar entrevista.

Boatos sobre sequestro no WhatsApp em tempo real

Para pesquisar as características da difusão de boatos sobre a Marielle no WhatsApp, os pesquisadores brasileiros da USP se inspiraram em um estudo de um pesquisador israelense.
Em 2014, três adolescentes foram sequestrados perto de um assentamento israelense na Cisjordânia. Para não atrapalhar as investigações, o assunto não foi abordado por nenhum veículo da imprensa. Rumores, então, começaram a circular no WhatsApp.
No momento em que os rumores começaram a circular, o pesquisador Tomer Simon, especialista em comunicação em situações de crise do Departamento de Gestão de Desastres e Prevenção de Danos da Universidade de Tel Aviv, publicou em suas redes: "Quem recebeu boatos por WhatsApp?"

A partir daí, ele iniciou uma caça aos boatos, estudando sua propagação em tempo real. Para cada pessoa que havia recebido uma corrente, perguntava de quem havia recebido a mensagem antes, com o objetivo de chegar à origem e verificar se o texto foi encaminhado a outras pessoas.
Em seu experimento, no contexto de total silêncio da imprensa no país, Simon identificou 13 diferentes notícias ou rumores circulando pelo WhatsApp, dos quais 9 eram verdadeiros, ou seja, cumpriram o papel de informar durante aquele vácuo de informação. As outras quatro que não eram verdadeiras, diz ele, tinham 70% de "conteúdos verdadeiros".
"Isso é algo que se deve levar em conta: as notícias falsas se aproveitam de elementos verdadeiros para enganar as pessoas. Se um elemento é verdadeiro, ele pode validar o resto, conectando com as crenças e valores de quem lê a notícia. O elemento falso preenche um buraco, costurado a informações verdadeiras."
Com seu experimento, Simon conseguiu encontrar três fontes diferentes dos boatos que circularam na rede: duas das fontes eram jornalistas e um era amigo da família de um dos garotos sequestrados. Nem todos os boatos eram falsos.
Mas o WhatsApp, diz ele, é a rede "perfeita" para começar a disseminação de notícias falsas porque é considerado muito mais confiável. "Você recebe informações no WhatsApp de pessoas em que costuma confiar mais", afirma.
Ele também cita a chamada "Basking in reflected glory" (algo como regojizar por meio da glória alheia), um conceito da psicologia social segundo o qual as pessoas tendem a se associar com pessoas bem-sucedidas para se sentirem bem-sucedidas também. Assim, ao transmitir uma mensagem com informações exclusivas, o transmissor se sentiria vitorioso e bem-conectado, sugere Simon.
Para solucionar o problema da boataria desenfreada, o pesquisador israelense sugere campanhas para que o público leia as informações de forma crítica. Além disso, sugere que instituições de credibilidade criem grupos no WhatsApp para disseminar notícias verdadeiras. Ou então que as instituições se coloquem como referência no aplicativo para que usuários mandem notícias para elas e, assim, elas verifiquem as informações enviadas - algo como um bunker de notícias falsas, só que ao contrário.

Boatos sobre o zika

A circulação de boatos no WhatsApp e no Facebook, no Brasil, já foi estudada pelo jornalista Marcelo Garcia, que trabalha na Fiocruz. Em seu mestrado, pesquisou sobre a circulação de notícias falsas relacionadas à epidemia de zika em 2015 e 2016.
As duas situações - notícias sobre zika e sobre Marielle - foram muito distintas, ele ressalta. Os boatos sobre zika se proliferaram em um contexto em que era tudo muito novo: ninguém tinha informações concretas sobre a ligação entre zika e microcefalia, nem pesquisadores nem imprensa. Era difícil checar informações ou publicar respostas a dúvidas porque, muitas vezes, a resposta era "não sabemos".
Mas ele traça paralelos entre as duas situações, como a da tendência que ele observou de usuários que compartilham notícias com as quais já concordam ou que corroboram suas crenças. "Colocamos as crenças antes dos fatos. É algo que pode acontecer nas eleições", observa.
Garcia também acha que o WhatsApp é uma mídia mais fácil para compartilhar boatos. "Na questão da Marielle, também teve isso, ainda mais em um contexto polarizado", diz. "Você acaba repassando aquilo para reforçar determinado ponto de visto em um grupo do qual participa."
Para ele, outra característica importante do boato é que não tem autor ou fonte. "A legitimidade vem da fonte que enviou a notícia", afirma - e, normalmente, quem envia mensagens no WhatsApp são pessoas conhecidas, de confiança.
Ele analisou quatro boatos sobre zika que circulavam no WhatsApp e analisou comentários da página da Fiocruz, da Folha de S.Paulo e do Diário de Pernambuco. Chegou à conclusão que os boatos tinham três "grandes critérios": 1) o desconhecimento em torno da própria doença; 2) a desconfiança em relação às autoridades políticas e a falta de confiança no sistema de saúde no Brasil, de que o sistema daria conta da epidemia; 3) a desconfiança em relação à ciência em geral.
"O que a gente estudou parece mostrar que precisamos estar mais atentos não só aos boatos que estão circulando, mas também às questões e dúvidas da população", diz ele. "É uma lição que tem que ficar. É preciso repensar a forma como se comunica com a população", afirma.
    Fonte:G1 e BBC Brasil

“Gosto de ficar pelada, não faço para aparecer”, desabafa Cleo Pires

Cleo Pires é liberal (Imagem: Reprodução / Globo)
Considerada um símbolo sexual, Cleo Pires contou ao "Vai Fernandinha", do Multishow, que sempre gostou de ficar sem roupa e não faz isso para aparecer.
“Gosto de ficar pelada, de fazer foto pelada, e não faço isso para aparecer”, disse Cleo, acrescentando sobre seu jeito rebelde: "Falsifiquei a assinatura da minha mãe para fazer minha primeira tatuagem aos 17 anos".
A atriz negou também que tenha sido paparicada a ponto de ter sua infância podada pelos pais. Segundo ela, não havia frescuras na hora de brincar com amigos.
“Fui criada solta, livre, brincando com as crianças da comunidade do Terreirão, no Recreio. A gente brincava nos canos do esgoto, que estava em construção", falou a Fernanda Souza.

Fonte:RD1

Grávida de três meses, Isis Valverde altera data de casamento

Isis Valverde e André Resende (Imagem: Reprodução / Instagram)
Grávida de três meses do primeiro filho, Isis Valverde resolveu mudar a data de seu casamento com o modelo André Resende, que aconteceria em maio, para o próximo mês de junho.
De acordo com Léo Dias, do jornal "O Dia", a atriz tem cuidado pessoalmente de todos os detalhes da cerimônia, como pesquisa em pousadas em Búzios, no Rio de Janeiro, para fazer a celebração.
À publicação, uma amiga da morena contou que ela está se realizando com o casamento. Além disso, afirmou que deve ser uma festa com muitos convidados.
"Isis está realizando o sonho da vida dela. Acho que Aiuruoca inteira vai estar presente", falou ao jornal.

Fonte:RD1

Galaxy S9 usa realidade aumentada para câmera ficar mais inteligente e ir além da foto

Por Helton Simões Gomes



Visto de frente, o Galaxy S9 é a cara de seu antecessor, o S8. É na traseira, porém, que o novo smartphone top de linha da Samsung mostra a que veio: além do sensor de digitais ter sido reposicionado, a câmera foi repaginada para fazer vídeos super-lentos, registrar cenas com muita ou pouca luminosidade, identificar itens na imagem e até traduzir termos estrangeiros.

Muitos desses recursos funcionam porque uma forte camada de realidade aumentada foi aplicada à câmera, o que deu à assistente pessoal da Samsung, a Bixby, mais poderes do que só atender comandos de voz.
Os novos celulares Galaxy S9 e Galaxy S9+, que começam a ser vendidos nesta sexta-feira (20) por R$ 4,3 mil e R$ 4,9 mil, respectivamente, ganharam ainda um reforço caprichado nas tecnologias de reconhecimento biométrico, que permitem aos usuários criarem avatares virtuais ou dar vida aos rostos de Mickey, Minnie ou Pato Donald.

Reconhecimento facial

Combinando as leituras do rosto e da íris dos usuários, os aparelhos podem ser destravados apenas com um olhar de seus donos.
Como se isso já não bastasse como um aceno à Apple, que fez do reconhecimento facial uma das principais formas de desbloqueio do iPhone X, a Samsung criou sua própria forma de personalizar emojis, aquelas imagens animadas que inundam apps de bate-papo.
Se com os Animoji do celular top da Apple, dá para fazer raposinhas e gatinhos sorrirem ou piscar, com o Emoji AR do S9, é possível criar avatares virtuais que reproduzem as expressões faciais de quem estiver na frente do celular.
A aparência dos bonequinhos não sai tão próxima do modelos humanos, mas vale a diversão. Já as carinhas dos principais personagens da Disney é um tiro certo para cativar de crianças a adultos.

Samsung S9 Plus (Foto: Richard Drew/AP)
Samsung S9 Plus (Foto: Richard Drew/AP)

Design

No design, a principal mudança foi no posicionamento do leitor de impressões digitais, que ficava ao lado da câmera no S8 e escorregou para baixo dela no S9. Seu antigo lugar foi ocupado por oxímetro e sensor de frequência cardíaca.
Além disso, o sensor de digitais passou a ter mais funções do que apenas abrir o aparelho. No S9, ele pode ser usado para rolar o menu de notificações para baixo e para cima.
Ele também reconhece duas digitais diferentes, uma para destravar o celular, outra para abrir uma pasta secreta, que pode ser usada para reunir fotos, e-mails, mensagens e outros documentos que o usuário queira manter longe de olhos curiosos.

Câmera

Carro-chefe do S9, a câmera ganhou uma abertura de foco maior e dupla. Com isso, mais luminosidade é captada em ambientes com pouca luz e menos luz é processada quando a foto é tirada, por exemplo, em um dia muito ensolarado.
Outra novidade é o foco seletivo, aquele recurso dá maior nitidez a objetos no primeiro plano ou a itens dispostos no fundo da cena. No S9, são softwares os responsáveis pela aplicação dessa função. Isso permite que o usuário escolha depois de tirada a foto se quer desfocar o primeiro plano, o segundo ou deixar tudo nítido de vez.

Para quem gosta de ver movimentos em seus mínimos detalhes, o S9 consegue filmar em super câmera lenta. Com 960 quadros por segundo, esse recurso faz as filmagens lentas de outros celulares parecerem aceleradas. Essa modalidade no iPhone 7, por exemplo, filma em 240 frames por segundo.

Realidade aumentada

Ao combinar alguns serviços presentes no celular, como a assistente pessoal Bixby, a Samsung fez a câmera do S9 ser uma nova forma de os usuários interagirem com o mundo para além do mero registro fotográfico de cenas.
A porta para essas funções é o Bixby Vision, já presente no S8 e acionado por meio de um ícone quando a câmera é aberta. Mas ele evoluiu. Pode:
  • Traduzir expressões de um idioma para o outro;
  • Reconhecer objetos mostrados na imagem;
  • Mostrar lugares próximos do usuário conforme gira o celular;
  • Ler QR Codes e remeter para o site correspondente;
  • Fornecer informações sobre vinhos apenas lendo rótulos.
Samsung Galaxy S9 Plus (Foto: Richard Drew/AP)Samsung Galaxy S9 Plus (Foto: Richard Drew/AP)
Samsung Galaxy S9 Plus (Foto: Richard Drew/AP)
Essas habilidades foram emprestadas à Bixby de outros serviços, como o Google Tradutor e o Google Maps, e já até existiam em apps isolados, como o Yelp. Ainda assim, permitir que usuários possam tirar mais informação de imagens captadas por suas lentes, fazem do S9 uma boa aposta da Samsung para manter a dianteira no mundo dos celulares.


Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S9 (Foto: Karina Almeida/Antônio Filho/G1)

Fonte:G1

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